Vintage PC – É hora de The Witcher 3


The Witcher 3, um dos melhores jogos de 2015 e com certeza uma referência para os jogadores de PC atualmente. O jogo com cerca de 10 milhões de cópias vendidas e mais de 250 premiações é a bola da vez nos testes com o i7-2600k! O jogo anterior (Rise of the Tomb Raider) foi o game utilizado com o Vintage PC, no benchmark físico o processador ainda se mostrou firme, podendo ter alguns problemas em situações que puxam do hardware de forma geral. Veremos como ele se saíra com esse novo episódio do Vintage PC.

The Witcher 3: Wild Hunt conta com uma vasta área de exploração com cavernas, florestas, montanhas, lagos, mares, rios, cidades... com certeza é muita coisa a se dizer no artigo e também a descobrir no jogo. Com isso, faz com que o mesmo seja excelente para testes de placa de vídeo e de CPU.

Nessa metodologia foram feitos dois cenários de teste, uma delas com a cena inicial em que o protagonista se encontra dentro de um castelo contendo pouca IA e mapa fechado e a segunda cena em ambiente aberto na cidade, com muitas pessoas circulando, física e colisões acontecendo. Na primeira cena temos em todos os gráficos a referência como “Início”, já na segunda cena terá como referência “Cidade”.

O jogo todo foi utilizado em Full HD, Hairworks ativado e com suas configurações no máximo, pós processamento ativado e demais opções no ultra. Logo abaixo temos a configuração utilizada para levar a GTX 1060 Founder Edition instalada no computador.

Com essas informações já é possível analisar o gráfico de FPS para o jogo.

É possível notar no gráfico que o FPS teve pouca diferença em ambas as situações. No ambiente da cidade o aumento de FPS não é tanto comparado ao início, com seu 0,1% Low o mesmo do ambiente da cena inicial, sendo assim, o menor FPS possível em 0,1% do tempo é o mesmo nos dois cenários de teste. A maior diferença fica com o 1% Low, onde na cidade é 39FPS e na cena inicial 35 frames por segundo.

Dentre os frametimes, percebe-se uma grande variação neles. Essa variação se dá conta pela própria diferença de FPS in-game que acontece, destacando a perda de frames quando em cenas o Hairworks aparece bem de perto. Deve-se notar que mesmo na cidade, tendo um uso natural de maior processamento devido as condições de teste, os spikes ainda são menores que na cena inicial.

O uso de GPU se manteve estável em 99% e em alguns momentos estabilizando também em 100%, portanto sem algum problema sobre o quanto a placa entrega com o i7 2600k.

Sobre o processador, podemos ver que em situações de estresse para a CPU ele atinge quase 100% em todos os núcleos de maneira brusca, ficando em momentos de pico com algo em torno de 92% na cidade e logo depois caindo. Na parte inicial, o processador atinge um pouco mais de 60% de uso, ainda tendo um alívio para o mesmo.

O uso máximo dos cores atinge facilmente acima de 50% em ambas as situações, não fugindo também da regra do gráfico anterior em que situações demandantes de processador o core passa a utilizar acima de 90%. Mesmo assim, em nenhum caso o processador atinge 100% de uso de seus núcleos.

Na análise final, vemos o quanto o jogo é otimizado. Na maioria das vezes o uso entre todos os núcleos do processador se mantém parecido. Mesmo onde a situação é mais “complicada” para a CPU, a média geral entre os núcleos se mantém de certa forma igualitária. Em outra mão, no início, o núcleo 5 já teve uma média de uso maior que os demais. Mesmo com essa diferença, a utilização final do hardware não é comprometida.

Com este teste, é visto que mesmo quando o processador atinge um grau alto de uso, a placa se mantém ainda estável em 99%. Mesmo com os spikes gerados no gráfico, a jogabilidade do jogo não fica comprometida, tendo esse problema em cutscenes aonde o Hairwork aparece. Com isso, ainda é possível jogar The Witcher 3 de forma satisfatória com o i7 2600k, o usuário não sentira seu desempenho no jogo abalado em placas que tenham performance parecida com a GTX 1060 FE caso reduza algumas opções extras. Fiquem ligados no próximo jogo que será testado com o Vintage PC. O PC Facts agradece!